Gosto do tipo de pessoas que sorri de tudo, que sorri com os olhos, que briga por tudo e que volta a falar rapidamente como se nada estivesse acontecido, gosto de pessoas que diz tudo com um simples olhar, pessoas positivas e que tem a mente aberta sabe? Pessoas de boa índole, que cuidam umas das outras. Gosto também daquelas pessoas espontâneas e inteligentes, daquelas que pegam as coisas no ar em fração de segundos. Pessoas que perguntam; Como foi seu dia? ou; Como foi sua noite de sono? São apenas detalhes, mas que faz toda a diferença em nosso dia a dia.

Conscientizador. 

 
Não é um “até amanhã” nem “até breve” e nem “até mais”. É um “até você mudar” ou “até você não ser mais quem você é”. Até nunca, então.

Gabito Nunes. 

 
Eu não consigo ser um capítulo no livro da vida de ninguém. Eu não me permito permanecer muito tempo. Sou leve como o vento e sou levado por ele. Não nasci pra pertencer a ninguém. Eu causo estragos demais pra permanecer muito tempo no mesmo lugar. Sou um andarilho só. E só eu sei o quanto isso dói. Porque eu estou sempre ali mas quando preciso de alguém, só encontro refúgio na solidão.

Querido John.  

 
Ta tudo tão estranho. O que é que sinto afinal? Não sei dizer bem ao certo. Talvez vazio? Medo, carência, ou tudo isso junto? Mas uma vez aconteceu, minha cabeça se perdeu em um único nome. Fazia tempo que eu não chorava, me sentia tão forte, e hoje me vejo aqui tão vulnerável. Tão indefeso. Precisava apenas de um abraço agora, de uma frase daquelas bem clichês de “estou com você” ou “isso vai passar”. Eu sei que vai passar, já passei por coisa pior, e suportei. A questão é que dói, e a dor é algo que precisa ser sentida. Tentei ocupar minha cabeça jogando sinuca, mas seu nome martelava na minha cabeça a cada tacada. Passei o dia com minha prima no salão de cabeleireiro e me lembrei do quão paciente tu é para essas coisas, do quão tu gosta dessas coisas, e mais uma vez sem querer me lembrei de você. Mas uma vez vamos ter de repetir o mesmo processo; sorrir aqui, sorrir ali, distribuir centenas de “estou bem” até que todos acreditem, ou até mesmo eu acreditar que estou bem, afinal, quem sobrevive a um tiro pode muito bem sobreviver a dois.

Rafael.  

 
Se quiser ir, que vá. Só não me venha com essa conversa decorada me dizendo que qualquer dia a gente vai se encontrar em uma dessas curvas da vida, até porque, eu jamais irei te visitar na esquina do arrependimento. E se eu for, irei muito bem acompanhado.

Sean Wilhelm. 

 
Hoje escrevi uma frase qualquer, e ela dizia assim: “A saudade que eu sinto de você é tão grande que se eu não cuidar dela ela pode acabar me engolindo.”

Mark Hr. 

 
Ela trouxe palavras bonitas e alguns cigarros. Trouxe também aquele sorriso de canto e contou algumas histórias engraçadas. Rimos tanto, tanto, tanto, entretanto ela pediu para que eu esboçasse um gesto de entendimento: eu não conseguia entender uma palavra sequer. Ela então apagou seu último cigarro com a naturalidade de quem está acostumada a enterrar os primeiros amores. Rasgou os meus contos ainda não escritos e escreveu no espelho, com a delicadeza de uma mão trêmula, “eu te amo tanto que prefiro não te estragar. Adeus”. Depois de rir e vir tantas vezes pelo meu mundo, desapareceu levando os silêncios, as cinzas, os contos e esse coração aprendiz que, de tanto esperar, desaprendeu a ter paciência.

Eu me chamo Antônio.

 

você que é mulher! 

G